A maioria dos donos de empresa começa a pensar em venda quando já está cansado, pressionado ou diante de uma proposta que chegou sem ser buscada.
Nos três casos, o timing é inadequado. E, em processos de M&A, um timing inadequado pode custar caro: impacta o valuation, as condições de negociação e gera exposição desnecessária.
Entender como funciona um processo de fusões e aquisições antes de precisar dele é o que separa quem vende bem de quem vende mal.
M&A é a sigla para Mergers and Acquisitions (fusões e aquisições). Na prática, cobre qualquer transação em que uma empresa muda de controle, parcial ou totalmente: venda integral, entrada de sócio investidor, fusão com outra operação, aquisição de um concorrente.
O que não é: uma conversa informal com um interessado. Muitos processos que começam assim terminam com o comprador sabendo tudo sobre a empresa e a negociação morta. Informação compartilhada fora de processo é informação sem proteção.
Em M&A, assimetria de informação quase sempre favorece quem compra, a menos que o vendedor tenha processo estruturado.
Em um processo de M&A, o desempenho financeiro é apenas um dos aspectos avaliados. Além dos resultados, compradores analisam a qualidade da gestão, a previsibilidade das receitas, os riscos do negócio e a capacidade de a empresa sustentar seu desempenho no longo prazo.
Quanto mais estruturada for a operação, maior tende a ser a percepção de valor e menor o risco associado ao investimento.
Entre os fatores que costumam impactar negativamente uma negociação estão:
Um processo de venda bem-sucedido começa 12 a 24 meses antes de a empresa ir ao mercado. Não por burocracia; esse é o tempo necessário para corrigir o que um comprador vai encontrar de qualquer forma no due diligence.
Empresa que vai ao mercado sem preparação não negocia. Ela responde. E quem só responde raramente sai em vantagem.
No sell side, a empresa está vendendo, total ou parcialmente. O trabalho de assessoria inclui: organização do material, construção do teaser e do Information Memorandum, identificação e abordagem de compradores, gestão do processo competitivo, suporte a negociação e due diligence.
No buy side, a empresa está comprando, e precisa de assessoria para identificar alvos, estruturar a due diligence, avaliar o que está comprando de fato e negociar com método.
Em ambos os casos, o assessor não é cartório. É quem constrói o processo para que a transação aconteça nas melhores condições possíveis para o seu cliente.
A frente de M&A da Hand atua tanto no sell side quanto no buy side, adaptando a estratégia de acordo com o objetivo da operação.
No sell side, o trabalho começa pela preparação da empresa para o mercado. Avaliamos a prontidão do negócio, identificamos pontos de atenção que podem surgir durante a due diligence, estruturamos a tese de valor e organizamos as informações necessárias para maximizar o valuation e fortalecer a posição de negociação. A partir daí, conduzimos a prospecção de potenciais interessados, coordenamos as negociações e acompanhamos todo o processo até o fechamento da transação.
No buy side, apoiamos empresas na identificação e avaliação de oportunidades de aquisição alinhadas à sua estratégia de crescimento. Realizamos análises financeiras, operacionais e estratégicas dos alvos, apoiamos a negociação das condições da operação e
auxiliamos na tomada de decisão, buscando minimizar riscos e maximizar a geração de valor para o negócio.
Em ambos os casos, a Hand atua como parceira estratégica, conduzindo o processo com método, confidencialidade e foco na criação de valor para todas as partes envolvidas.
Fale com a Hand antes de dar o próximo passo.
handgc.com.br